Energia economizada com o horário de verão abasteceria Campinas por 8 dias

Com término do 'Horário de Verão', é preciso tempo para se acostumar com a mudança

Com término do ‘Horário de Verão’, é preciso tempo para se acostumar com a mudança

Prestes a terminar, o horário de verão trouxe economia de energia para região de Campinas (SP). De acordo com balanço realizado pela CPFL Paulista, responsável pelo abastecimento de 234 cidades do interior paulista, nos 126 dias em que o horário especial esteve em vigor, ocorreu a redução de 74.206 kilowatts/hora (MWh) no consumo de energia. Esta força é capaz de abastecer Campinas por 8 dias inteiros.

O horário chega ao fim às 0h deste domingo (18) quando os relógios devem ser atrasados em uma hora. Ainda de acordo com a empresa, a mesma quantidade de kilowatts/hora conseguiria manter Sumaré (SP) acessa por 31 dias.

Fim do horário de verão (Foto: Infografia: Alexandre Mauro/G1)Fim do horário de verão (Foto: Infografia: Alexandre Mauro/G1)

Fim do horário de verão (Foto: Infografia: Alexandre Mauro/G1)

O horário de verão foi instituído com o objetivo de economizar energia no país em função do maior aproveitamento do período de luz solar.

O governo federal chegou a avaliar o fim do horário de verão neste ano, depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia indicou que o programa vem perdendo efetividade. A análise mostrou que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário, com picos nas horas mais quentes do dia.

Histórico

O horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931 para 1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. A versão de estreia durou quase meio ano – de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932; e no verão seguinte a medida foi reeditada e durou o mesmo tempo. A medida passou a ter caráter permanente a partir de um decreto de 2008.

Dentre os estados que adotam a medida estão Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Campinas Agora - Mata de Santa Genebra é a maior floresta urbana da RMC (Foto: Carlos Bassan/Divulgação)Campinas Agora - Mata de Santa Genebra é a maior floresta urbana da RMC (Foto: Carlos Bassan/Divulgação)

Campinas Agora – Mata de Santa Genebra é a maior floresta urbana da RMC (Foto: Carlos Bassan/Divulgação)

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