Jovem herda da família amor pela pesca esportiva


É de barco que Murilo Simão estreita os laços com o pai; tucunaré-açu é destaque entre as fisgadas. A pescaria esportiva sempre foi a grande paixão de Murilo
Murilo Simão/VC no TG
Para o pescador esportivo Murilo Simão as aventuras pelos rios do Brasil começou cedo, aos dois anos de idade.
Incentivado pelo avô, pelo pai e pelo padrinho, o pequeno pescador desbravava os rios do interior de São Paulo.
Amazônia é destino certo para as pescarias da família
Murilo Simão/VC no TG
O roteiro persiste até hoje. Agora, com 18 anos, o estudante de engenharia civil aproveita os finais de semana e feriados para pescar. “Procuro ir a pesqueiros e programar viagens com meu pai. Sempre vamos aos rios Grande e Tietê”, conta.
As experiências nos rios paulistas acumulam histórias de paixão à pescaria, mas as grandes aventuras tem endereço: a Amazônia. “Lá é o paraíso, ou melhor, é a ‘Disney’ dos pescadores esportivos. Na Amazônia encontramos os gigantes tucunarés, espécie pela qual sou apaixonado. Também vamos em busca do sossego e do contato com a natureza”, completa.
Tucunaré de 7,5 quilos é destaque entre as pescarias do jovem
Murilo Simão/VC no TG
Com tamanha paixão pelos ‘peixões’, é natural que o destaque de tantos anos de pescaria seja para um tucunaré. “Talvez a pescaria mais marcante foi uma no Rio Uatumã, onde fisguei um tucunaré-açu de 7,5 quilos com isca de hélice. O momento da explosão foi inexplicável”, lembra o jovem, apaixonado pela prática.
De barco, o jovem tem boas lembranças do avô, que incentivava a pescaria
Murilo Simão/VC no TG
“Na verdade me considero mais do que um apaixonado. Sou completamente louco por esse esporte e, com toda certeza, não sei o que seria de mim sem ele”, diz.
Quando estou pescando é indescritível. Pescar é mais do que um simples esporte
Pescaria esportiva é tradição na família Simão
Murilo Simão/VC no TG
Junto com o pai, Paulo Simão, Murilo se organiza todos os anos para navegar pelos rios amazônicos. O costume é quase que uma tradição da família Simão. “Eu e meu pai programamos as viagens. Nós já fomos quatro vezes para o Rio Uatumã e uma vez para o Rio Nhamundá. É na pescaria que temos um tempo divertido juntos”, comenta o estudante, que recorda os bons momentos ao lado do avô.
“Ele faleceu há oito anos, mas as melhores lembranças que tenho dele são as nossas pescarias. Íamos pelo menos uma vez por semana em algum pesqueiro”, conta. Desde pequeno Murilo frequenta pesqueiros e rios do Interior de São Paulo
Murilo Simão/VC no TG

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