Motoristas reclamam das más condições de vicinal em Itapeva, SP

Vicinal Faustino Daniel da Silva não tem sinalização, acostamento e está esburacada. Prefeitura diz que fará vistoria para reparos emergenciais.

Motoristas que viajam pela vicinal Faustino Daniel da Silva, que liga Itapeva (SP) ao Distrito de Guarizinho e Paranapanema (SP), reclamam das condições da via. Segundo eles, falta sinalização, acostamento e há muitos buracos pela estrada.

A Prefeitura de Itapeva afirma que não tem dinheiro no orçamento deste ano para reformas nas vicinais, mas alega que está buscando recursos com o governo estadual para realizar os consertos. Além disso, o Executivo afirmou que nesta semana vai fazer uma vistoria na estrada para avaliar a necessidade de reparos emergenciais.

Em poucos minutos de observação é possível ver o “zigue-zague” dos carros. Tem motorista que até tenta, mas é difícil desviar dos buracos. Para completar, a sinalização também está comprometida, já que no solo não dá para enxergar e a placa foi coberta pela vegetação. Além disso, a vicinal não tem acostamento nos quase 80 quilômetros de extensão.

Para os motoristas, todo o transtorno é causado por falta de manutenção. “Não tem acostamento, tem buracos muitos perigosos e com essa chuva que vem acontecendo ai a gente tem visto muitos acidentes por falta de sinalização e manutenção do asfalto”, volta a reclamar o produtor rural José Carlos Fogaça.

O produtor rural José Carlos Fogaça passa pelo local diariamente e afirma que sofre bastante. “Eu passo de manhã e passo à tarde. Inclusive eu já me acidentei com a caminhonete, mói a caminhonete aqui por falta de sinalização e as condições da passagem de nível”, reclama.

Ainda segundo os motoristas, o pior trecho da vicinal é próximo à linha férrea, pois o asfalto já não existe mais e há desnível na pista. Além disso, há alguns trechos da rodovia que formam filas de veículos.

O produtor rural Sandro Galvão necessita da estrada para escoar a produção da propriedade dele e diz que o problema é ainda maior quando chove. “A passagem da linha do trem tem muito buraco e é muito complicado. Em dias de chuva os buracos ficam muito fundo e você acaba caindo porque você não vê”, lamenta.

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